Já comecei há algum tempo a fazer as minhas leituras, com a finalidade de contribuir para a Comunidade de Investigação em Contexto online.
O meu grupo é constituído pela Teresa, a Filomena, o João e eu, claro.
Para além das leituras, elaborámos um fluxograma que será muito útil para organizarmos algumas ideias elementares sobre o processo de investigação em contexto online.
Para além desta actividade, também nos estamos a centrar num primeiro tópico de discussão: os paradigmas do processo de investigação.
Partindo das minhas leitura, inferi que, em Educação , são referidos paradigmas de investigação diversos, mas que não deixam de estar inter-relacionados.
Para que servem os paradigmas? Estes têm como finalidade servir de base à investigação, formando uma referência e sendo a base para uma metodologia de investigação. Por vezes, a investigação pode utilizar elementos provenientes de dois paradigmas diversos.
Clara Pereira Coutinho refere três paradigmas da investigação educativa:
- paradigma positivista/quantitativo: controlar e prever os fenómenos
-paradigma interpretativo/qualitativo: compreender os fenómenos educativospara compreender as interacções pessoas/contextos;
-paradigma crítico/emancipatório: intervir no contexto para agir em relação à situação, para a modificar.
Os paradigmas que têm norteado a investigação tradicional podem estar numa fase de transição, dado que se colocam alguns desafios à investigação com a utilização das novas tecnologias. È nesta perspectiva que se referem as metodologias de desenvovimento ( Coutinho, 2001), centradas na investigação das problemáticas de introdução ou utilização das TIC na educação. Esta é uma área de investigação que tem um vasto campo de investigação, com muitas portas por abrir...
terça-feira, 27 de outubro de 2009
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