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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Realização da entrevista semi-estruturada



Decorreu, durante o mês de Dezembro, a elaboração do guião da entrevista semi-estruturada, actividade desenvolvida pelos alunos que constituem o corpo discente desta UC. A actividade foi muito participada por todos os elementos, tendo sido debatidas diversas linhas e perspectivas, nomeadamente:
- a estrutura da entrevista;
- dimensão do guião relativamente às questões e à tipologia de perguntas;
- selecção de entrevistados;
- ferramenta mais apropriada para concretizar a entrevista.
Neste momento, já seleccionei o meu entrevistado, informei sobre a finalidade desta entrevista, solicitei autorização para fazer o tratamento e divulgação de dados considerada necessária e estou, agora, a tratar da transcrição desta conversa" entre amigos".
Para a selecção do meu entrevistado, foram ponderados diferentes aspectos, a saber:
- disponibilidade do entrevistado para participar neste projecto - seria difícil recusar a participação, uma vez que foi um dos motores/alicerces que me incentivaram a inscrever neste Mestrado;
- formação académica do entrevistado, passível de transmitir uma visão particular, fundamentada e crítica sobre EaD;
- percurso profissional diversificado e rico, com contacto e experiência profissional do sector público ao privado, com formação académica ocorrida ao longo da vida, com algum conhecimento das novas tecnologias da informação e comunicação nas suas funcionalidades básicas.




A propósito da entrevista semi-estruturada, ficam aqui algumas notas sobre a obra "e-Research Methods, Strategies, and Issues" de Terry Anderson & Heather Kanuka:
- começar com o envio dos convites aos entrevistados;
- informar os entrevistados sobre o objectivo, contexto, detalhes sobre o estudo e a entrevista;
- linguagem apropriada, não ao estudo, mas aos destinatários linguagem directa, simples,objectiva, por vezes, mesmo afectuosa/cativante;
- para que a entrevista ganhe significado, deve ser precedida de uma conversa informal que facilite a comunicação;
- com o decorrer da entrevista, o e-investigador pode sentir necessidade de rever perguntas ou reestruturar as questões, de as reordenar ou introduzir questões novas;
- utilizar um técnica apropriada para a formulação das questões (pouco ambíguas, reduzindo a possibilidade do e-investigador ser mal interpretado ou mal compreendido, criando uma atmosfera de respeito pelas opiniões do entrevistado;
- colocar as perguntas mais sensíveis a meio da entrevista;
- na análise dos dados e do conteúdo, identificar palavras, ideias, conceitos recorrentes, estando o e-investigador consciente de que a sua investigação pode influenciar outros investigadores futuros.

Bibliografia
Anderson,T.. Hanuka, H. (2003) "e-Research: Methods, Strategies and Issues".
Stake,R."A Arte da Investigação com Estudis de Caso". Lisboa. Fundação Calouste Gulbenkian
Bardin, L. (2008). Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70. (Obra original publicada em 1977).

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A Entrevista VS O Questionário



Da comparação entre as características da entrevista e do questionário, resultam os seguintes dados.





Fonte:ver aqui.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Entrevista semi-estruturada



Uma apresentação sobre a entrevista semi-estruturada.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Uma apresentação sobre a entrevista.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O uso de questionários - análise de uma tese

Partindo da nossa análise de uma tese, eis uma apresentação mais apelativa.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Questionários online I

Conheço por experiência própria o formulário do Googledocs.

Ainda não utilizei como investigadora, apenas enquanto docente. Tive oportunidade de responder a alguns desses e-questiponários, nomeadamente sobre a utilização da plataforma Moodle no agrupamento onde lecciono. Após a criação do formulário, os destinatários foram informados, mais de uma vez, por mail, sobre a finalidade que tinha presidido à sua elaboração, solicitando-se também a sua participação até uma determinada data. Uma das questões que se levanta é a da percentagem de inquiridos que responde, mas não tenho dados objectivos que me permitam sustentar uma opinião sobre se os questionários online têm maior ou menor participação dos inquiridos do que aqules que se encontram em suporte de papel. O suporte de papel, utilizado tradicionalmente até há pouco tempo, está a ser cada vez mais abandonado.


Os questionários online afiguram-se vantajosos por diversas razões: fácil edição, acesso e distribuição fácil, baixo custo, menor probabilidade de erro nas entradas e no tratamento de dados, a percepção dos participantes de que o anonimato é preservado com segurança, a apresentação mais atractiva.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009